sexta-feira, 15 de março de 2019

Jovens unidos


Jovens de todo planeta se unem por medidas contra mudanças climáticas
Publicado em 15/03/2019 - 09:24
Por Vitor Abdala - Repórter da Agencia Brasil Rio de Janeiro



Jovens de mais de 100 países fazem hoje (15) manifestações exigindo medidas para conter o aquecimento global. No Brasil, estão previstos atos em Brasília e em seis estados, entre eles o Rio de Janeiro, onde jovens farão um protesto nas escadarias da Assembleia Legislativa do Estado, no centro da cidade.
Segundo o coordenador executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Alfredo Sirkis, os mais jovens estão se mobilizando porque eles viverão os maiores impactos do aquecimento global.
A ideia é exigir a adoção de medidas por governos e empresários. A mobilização dos jovens contra as mudanças climáticas foi inspirada nas ações da jovem sueca Greta Thunberg, que passou a fazer protestos rotineiros em frente ao parlamento da Suécia contra o aquecimento global.

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Edição: Valéria Aguiar

sexta-feira, 1 de março de 2019

Criação de empregos no Brasil


Janeiro registra criação de 34,3 mil empregos formais

Resultado é o segundo melhor para o mês desde 2013
Publicado em 28/02/2019 - 15:22
Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil  Brasília
 Indústrias


A criação de empregos com carteira assinada iniciou o ano com o segundo melhor nível para o mês em seis anos. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 34.313 postos formais de trabalho foram criados no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.
A criação de empregos caiu 56% em relação a janeiro de 2018, quando haviam sido abertos 77.822 postos formais de trabalho. No entanto, esse foi o segundo melhor janeiro para o mês desde 2013, quando haviam sido criadas 28,9 mil vagas.
Esse foi o segundo ano seguido em que o país registrou mais contratações que demissões em janeiro. Em 2015, 2016 e 2017, as dispensas tinham superado as contratações no primeiro mês do ano.
Nos 12 meses terminados em janeiro, foi registrado o crescimento de 471.741 empregos formais, resultado da diferença entre 1.325.183 admissões e 1.290.870 desligamentos.
Na divisão por ramos de atividade, cinco dos oito setores pesquisados criaram empregos formais em novembro. O campeão foi o setor de serviços, com a abertura de 43.449 postos, seguido pela indústria de transformação (34.929 postos). A construção civil ficou em terceiro lugar (14.275 postos), seguida pela agropecuária (8.328 postos) e pelo extrativismo mineral (84 postos).
Os três setores que fecharam postos de trabalho em janeiro foram o comércio (-65.978 postos), administração pública (-686 postos) e serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento (-88 postos).
Tradicionalmente, janeiro registra dispensas no comércio por causa do fim das contratações temporárias para as vendas de Natal. Em início de governo, a administração pública demite terceirizados e comissionados.
Destaques
Nos serviços, a criação de empregos foi impulsionada por serviços de comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviço técnico (23.318 vagas), serviços médicos, odontológicos e veterinários (15.163 vagas) e ensino (5.152 vagas). Na indústria de transformação, os destaques foram os setores têxtil e de vestuário (9.276 postos), de calçados (5.870 postos) e indústria mecânica (5.502 postos).
No comércio, que liderou o fechamento de vagas em janeiro, as maiores quedas no nível de emprego foram registradas no ramo varejista, com o encerramento de 69.027 pontos formais. O setor atacadista, no entanto, abriu 3.049 vagas.
Regiões
Três das cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em novembro. O Sul liderou a abertura de vagas, com 41.733 postos, seguido pelo Centro-Oeste (22.802 vagas) e pelo Sudeste (6.485 vagas). O Nordeste fechou 30.279 postos, e o Norte registrou 6.428 vagas a menos no mês passado.
Na divisão por estados, 11 unidades da Federação geraram empregos e 16 demitiram mais do que contrataram. As maiores variações positivas no saldo de emprego ocorreram em Santa Catarina (abertura de 20.157 postos), em São Paulo (14.638), no Rio Grande do Sul (12.431) e em Mato Grosso (11.524). Os estados que lideraram o fechamento de vagas formais foram Rio de Janeiro (-12.253 postos), Paraíba (-7.845) e Pernambuco (-7.242).
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