quinta-feira, 6 de abril de 2017

Podemos sim, incentivar a formação e a contratação local da mão de obra



POR QUE PARAUAPEBAS
CONTRATA AQUI










Assistimos ao longo DE DÉCADAS de implantação do então maior projeto de ferro da VALE em Carajás por quase vinte anos. Assistimos agora a implantação do S11D em Canaã dos Carajás, o maior projeto de mineração do ferro no mundo, obra que já dura mais de dez anos e perguntamos, de forma inquietante e terrível: o que fica para nós, população, cidade, estado?  Ficarão apenas os buracos e a devastação da mata?

Ficaram os milhões, senão bilhões de dólares resultantes da entrega com a menor taxa de compensação do mundo?

Insistimos na pergunta, o que fica na região?  Os mestres e doutores afirmarão que fica muito. Todos os impostos e taxas estão sendo pagos, retiram apenas minério de ferro, a floresta será reposta e os animais voltarão, as águas agora contaminadas se tornaram límpidas com o tempo e a população local foi devidamente ressarcida de suas perdas, aliás perdas de ninguém haja visto que o governo federal é o proprietário de tudo.

Claro que estamos sendo enganados. Não fica nada. Pergunto-me pelos centenas de engenheiros, médicos, contadores, economistas, geólogos, executivos, pessoal altamente capacitado que passou por aqui. Onde estão. Esse seu conhecimento foi o que possibilitou a extração, a descoberta, a construção e o embarque. Onde estão essas mentes?

Voltaram para casa. Isto, voltaram para casa. Então não ficou nada. Nada. Porque? Tudo é CONHECIMENTO. Sem ele, sem as pessoas com o conhecimento essencial a hematita irisada continuaria ali no sol ou subsolo, a floresta ainda estaria ali e suas águas e bichos.

Sem as mentes, sem as pessoas capacitadas para a transformação não ficou nada.



É neste contexto que discutimos a questão da MÃO DE OBRA LOCAL. Essa lei com o devido tempo, para ser cumprida, fará dos peões daqui conhecedores de novos labores e saberes, teremos o fundamento para formar mão de obra local. PARAUAPEBAS CONTRATA AQUI é contextual e estrutural. Fundamento do início da formação do melhor e mais importante produto que o Pará pode produzir: sua gente. Seu e novos conhecimentos, capacidade de transformações complexas e de grandes resultados, inserção.

Um novo ecossistema de produção, logo PARAUAPEBAS CONTRATA AQUI, PARAUAPEBAS COMPRA AQUI. É o início da motivação para que possamos ter o capital do conhecimento para transformar a florestas em produtos sustentáveis, porque conhecemos como ninguém nossas florestas.

Peões, trabalhadores, apoio de cada um, cada grupo, sindicato, associação, lutador a esse projeto de lei local é fundamental de agora em diante. Convença e converse com sua liderança e seu sindicato. Vamos em frente!


segunda-feira, 13 de março de 2017

Energia Solar, vamos investir



Energia renovável terá prioridade em financiamentos do BNDES
Linha de Crédito
Banco vai manter em até 80% sua participação em projetos de eficiência energética e extinguirá apoio a térmicas a carvão e óleo

Foto: Marcelo Casal /Agência Brasil
Apoio às fontes alternativas aumenta participação em solar e extingue apoio a térmicas a carvão e óleo




EXCLUSIVA: Precisamos lutar contra o desemprego. Vamos pessoal pressionar quem decide para fazermos cursos e treinamentos e podermos entrar numa onda crescente. Atenção eletricistas e montadores!



Itens relacionados

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um aumento de até 80% no financiamento para projetos de energia solar, em Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). Antes esse valor era de até 70%.

As novas condições de financiamento do Banco para o setor de energia elétrica vão manter em até 80% sua participação em projetos de eficiência energética e define o mesmo nível de participação para projetos de iluminação pública eficientes. 

As mudanças foram divulgadas, nesta segunda-feira (3), pela diretoria do BNDES e refletem a estratégia do banco para o setor de energia em cooperação com o Ministério de Minas e Energia e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).  

As alterações visam contribuir para a ampliação de fontes de energias alternativas na matriz elétrica brasileira e direcionar investimentos em TJPL para projetos com alto retorno social e ambiental. As novas condições passam a valer para os próximos leilões, que ocorrem em outubro e dezembro deste ano.

Segundo a instituição, não haverá apoio a investimentos em termelétricas a carvão e óleo combustível, usinas com maior emissão de poluentes. O banco também manteve elevada sua participação (em até 70% em TJLP) nas demais energias alternativas: eólica, PCHs, biomassa e cogeração.

O BNDES também diminuiu sua participação para até 50%, em TJLP, em investimentos em grandes hidrelétricas (era até 70%).

As condições gerais para todos os segmentos do setor de energia incluem a possibilidade de o BNDES subscrever até 50% do valor das debêntures a serem emitidas pela empresa tomadora do crédito; Índice de Cobertura do Serviço da Dívida (ICSD) mínimo de 1,3 para geração de energia e 1,5 para transmissão; e a exigência de participação mínima de 20% de recursos próprios do investidor.

O valor total do apoio do BNDES, incluindo o financiamento e as debêntures, não poderá ser superior a 80% do valor total dos itens financiáveis. O spread (diferença do que o banco paga ao captar recursos e o que ele cobra de empréstimos) será de 1,5% para todos os segmentos e não haverá a concessão de empréstimos emergenciais (também conhecidos como “empréstimos-ponte”).

Fonte: Portal Brasil, com informações do BNDES
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