terça-feira, 20 de março de 2012

TREINAMENTO EXCLUSIVA – UM DIFERENCIAL NA VIDA PROFISSIONAL DOS TRABALHADORES

Porque somos a escola ideal o atendimento individual permite que o aluno, nosso cliente, conduza seu processo de aprendizagem no seu ritmo e não pelo ritmo médio da turma.

Nosso treinamento considera o treinando como elemento primordial. Estamos focados no resultado de cada aluno, cada um com sua historia, ritmo, tempo, dinâmica. As aulas praticas de maquinas pesadas, precedem ao estudo em sala de aula ou a distancia de conteúdos específicos dos nossos cursos, oriundos da experiência coletiva do CIPMOI da Faculdade de Engenharia da UFMG, em Belo Horizonte.

Os Círculos Operários  europeus e os grupos  privados de estudos norteiam nossa pratica pedagógica.  Os estudos iniciais de Paulo Freire nos demonstram que o conhecimento não tem pertencimento, são acumulados pela humanidade em decorrência de sua vivencia e necessidades. Estamos no ambiente ideal para experimentações  e praticas alternativas. Os operários nos ensinam cotidianamente, com sua força de vontade e ambições pessoais que não há limites quando se quer adquirir, se habilitar para novos saberes. Citando Piaget, noutra vertente do conhecimento pedagógico, todos são dotados da capacidade de renovação e autoconhecimento. A escola individual, onde a experiência e saberes anteriores do educando também contam, resultam em aprendizagem feliz e encorajadora. Estamos fazendo ciência e fazendo história. Nossos contratos de ensino não param de crescer. Vejam as ultimas aulas:





































TREINAMENTO EM REQUISITOS  DE ATIVIDADES CRITICAS
O plano de ensino da VALE, sugere criativa e abordagem sistêmica aos ensinamentos de segurança abrigados dentro das NR e das RACs, suas derivadas. Concordamos plenamente com os anseios da VALE, mas temos uma realidade distinta: a não formação básica de 80% dos alunos, operários pré-selecionados pela cadeia de suprimentos da mineradora. Então, realmente nossos instrutores se viram, com explicações, teatro, participações, para encantar e desencantar a platéia. Mas estamos no pareo.  Eis alguns dos nossos clientes que receberam treinamento recente:






quinta-feira, 15 de março de 2012

Não tem lugar melhor para ganhar dinheiro

José Rinaldo largou o emprego de gerente do Banco de Goiás para se transformar num dos maiores empresários de Parauapebas

Gustavo Poloni, enviado especial a Parauapebas | 12/05/2010 05:15

O empresário José Rinaldo Alves de Carvalho sempre foi uma pessoa precoce. Natural de Ceres, cidade de 19 mil habitantes em Goiás, começou a trabalhar aos 12 anos como office boy do Agrobanco. Dez anos e uma mudança de emprego depois, já era gerente do Banco do Estado do Goiás (BEG). Quando todo mundo acreditava que faria uma carreira bem-sucedida na instituição financeira, Zé Rinaldo largou tudo para ser sócio de um supermercado em Parauapebas, no sudeste do Pará. Deu certo. Aos 37 anos, seu patrimônio inclui hoje três supermercados, quatro hotéis, uma operadora de turismo, um restaurante e duas fazendas. “Não tem lugar melhor para ganhar dinheiro”, diz o empresário.

Zé Rinaldo tem 12 empresas, mas prefere não revelar o faturamento delas: medo da violência

A mudança de Zé Rinaldo para o Pará aconteceu meio por acaso. Em 1995, seu pai viajou para a cidade ao lado de um amigo e foi apresentado para o dono de um supermercado na região. Como já trabalhava com varejo na sua cidade natal, logo percebeu tratar-se de um bom negócio. Quando voltou para Goiás, perguntou ao filho se ele queria ser seu sócio. Zé Rinaldo não pensou duas vezes: pediu demissão do BEG e, com R$ 19 mil em mãos, mudou-se para Parauapebas em janeiro de 1996. Durante quatro anos, trabalhou 16 horas por dia para fazer o supermercado dar certo. “Logo as outras oportunidades de negócio foram surgindo”, diz o empresário.
O mais novo empreendimento de Zé Rinaldo é o hotel Átrium, considerado o mais luxuoso da cidade. Com mais de 300 quartos e diárias a partir de R$ 200, durante a semana sua lotação está sempre esgotada. Isso porque grande parte das suítes estão ocupadas por funcionários da Vale que acabaram de ser transferidos para Parauapebas ou estão de passagem pela cidade para trabalhar na mina maior mina de ferro a céu aberto do mundo. “A empresa tem planos de investir bilhões de reais na região”, afirma Zé Rinaldo. “Isso vai ajudar a gerar muitas oportunidades”. Nos próximos meses, vai investir R$ 4 milhões no lançamento da sua 13ª empresa: uma engarrafadora de água mineral.

Apesar de ser um dos empresários mais bem sucedidos da região, Zé Rinaldo tenta levar uma vida discreta. Perguntado sobre o faturamento das suas empresas, muda logo de assunto. “Tenho medo da violência”, afirma ele. Quando não está cuidando dos negócios, divide seu tempo entre a Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (Acip), da qual é presidente, e suas duas fazendas. Ao falar da maior delas, chamada Fazenda Sul Carajás, abre um sorriso e puxa um pedaço de papel enrolado do fundo da sala. Sobre a mesa, mostra o tamanho da propriedade: 1,5 mil hectares, 1,5 mil cabeças de gado e muita mata virgem. “É só lá que consigo relaxar”, afirma.

À sombra da Vale, cidade cresce mais do que a China

No centro de uma grande província mineral, Parauapebas tem crescimento de 20% ao ano e já é a 4º cidade que mais exporta no País

Nestes textos que seguem, como consultoria vamos abrir um debate sobre os benefícios que mineradora VALE traz para Parauapebas. Ou para aqueles que se dão bem com a empresa, e assim passam a usufruir de seus benefícios diretos. Para todos os efeitos, somos beneficiários indiretos de sua presença na região. O UNIQUE SHOPPING já esta construído e lucrando. Todos os personagens desta reportagem estão muito bem, obrigado. Não temos alternativa de desenvolvimento a não ser entregar as reservas de ferro, a floresta, todos os bichos e animais sequer conhecidos. O texto é de maio de 2010 mas continua atualíssimo. O material deste foi retirado do site IG, aba economia.

ATENÇÃO: Gustavo Poloni, enviado especial a Parauapebas | 12/05/2010 05:16

Quem chega de carro a Parauapebas (PA) se depara com um outdoor no qual está escrito: “Suas compras serão aqui”. Instalado na rodovia PA-275, ele indica o local em que será aberto o Unique Shopping, o primeiro do sudeste do Pará. Com inauguração prevista para o segundo semestre, ele terá 14,5 mil metros quadrados, 126 lojas, quatro salas de cinema, um hipermercado, 700 vagas de estacionamento e investimento de R$ 46 milhões.


O Unique Shopping é mais um entre os vários empreendimentos lançados nos últimos meses em Parauapebas. Localizada no centro de uma das maiores províncias minerais do mundo, a cidade cresce em ritmo acelerado desde que foi fundada, em 1988. De lá para cá, a população aumentou 15 vezes, a economia se expande em média 20% ao ano – o dobro da taxa registrada na China – e, no ano passado, ficou em quarto lugar na lista dos municípios brasileiros que mais exportaram.

O motivo por trás do crescimento da cidade paraense tem nome: Vale. Com mais de 10 mil funcionários, a mineradora produz 300 mil toneladas de minério de ferro por dia nas quatro minas. No ano passado, quando o mundo se recuperava da crise econômica, a produção chegou a 84,5 milhões de toneladas. Como grande parte dela vai parar em fornos de siderúrgicas fora do Brasil, Parauapebas ficou em quarto lugar na lista dos municípios que mais exportam – atrás de São Paulo, Angra dos Reis (RJ) e São José dos Campos (SP).

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em 2009 foram enviados R$ 3,8 bilhões para o exterior. “Parauapebas vive em função da Vale”, diz José Rinaldo Alves de Carvalho, empresário e presidente da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (Acip). De acordo com ele, 100 novas empresas se instalam na cidade todos os anos. As 650 registradas na associação respondem por um terço do Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 3 bilhões, segundo números de 2007 do IBGE. 
Antes mesmo de ser fundada, Parauapebas já tinha uma relação de dependência com a Vale. A província mineral de Carajás foi descoberta por acidente em 31 de julho de 1967 pelo geólogo Breno Augusto dos Santos. Ele sobrevoava a região quando o helicóptero teve de fazer um pouso de emergência numa clareira. Ao se dar conta de que a falta de árvores não era resultado da ação do homem, mas da canga (tipo de rocha na qual cresce uma vegetação típica de solos ricos em minério de ferro), concluiu que ali havia uma jazida a ser explorada. Acertou em cheio. A implantação da primeira mina da Vale em Carajás atraiu funcionários da empresa e prestadores de serviço, que criaram um distrito a 160 quilômetros de Marabá. A mina começou a operar em 1985 e, um ano depois, teve início um movimento separatista. Em maio de 1988, quando tinha 10 mil habitantes, Parauapebas virou cidade. 
A mina da Vale na Serra dos Carajás, em Parauapebas: exportação de R$ 3,8 bilhões em 2009
Os primeiros empreendedores a chegar aos sudeste paraense encontraram um lugar com muita oportunidade de negócios. Nascido em Campinas, no interior de São Paulo, o engenheiro Ourivaldo Mateus foi para Parauapebas em 1981 como funcionário da Vale. Quando a empresa abriu um programa de demissão voluntário 13 anos depois, decidiu que era hora de tentar melhorar de vida. Com o dinheiro da rescisão, montou a Séculos, empresa de sondagem. Hoje, suas empresas faturam R$ 15 milhões ao ano. Histórias como a de Mateus são comuns em Parauapebas. Carlos Alberto Correia da Silva largou a loja em Goiás para tentar a sorte na cidade. Ao lado de dois irmãos, chegou à cidade com R$ 30 mil e montou uma banca de hortaliças. Hoje, é um dos donos de dois supermercados que, juntos, faturam R$ 30 milhões ao ano. “Isso aqui é o nosso Eldorado”, afirmou Silva.

A fama de Eldorado (país lendário e cheio de riquezas que existiria na América do Sul) ainda atrai muita gente para Parauapebas. Ninguém sabe ao certo quantas pessoas desembarcam na cidade, mas entre os moradores é comum ouvir que esse número esteja perto de três mil pessoas ao mês. Uma parte deles chega de trem. Três vezes por semana, o trem para 1,1 mil pessoas sai de São Luiz, no Maranhão, percorre 892 quilômetros e passa por 25 cidades e povoados antes de chegar a Parauapebas. A bordo, pessoas vindas de várias partes do Nordeste, principalmente do Maranhão, que buscam emprego e, principalmente, uma vida melhor. Numa segunda-feira de abril, José Augusto Serra desembarcou na cidade com uma mochila nas costas e pouco dinheiro no bolso. Não sabia onde passaria a primeira noite, mas já tinha programa para o dia seguinte. “Amanhã cedo saio em busca de trabalho”, disse Serra.
 
De acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Parauapebas tem 150 mil habitantes. Nos próximos cinco anos, esse número deve dobrar. Para abrigar tanta gente será preciso construir pelo menos 50 mil casas. De olho nesse filão, foram lançados dois bairros planejados na cidade. O mais novo deles é da construtora e incorporadora Nova Carajás. Em outubro do ano passado, a empresa começou a vender o primeiro lote de 2,8 mil terrenos de um projeto que leva seu nome. Voltado para moradores de alta renda, ele oferece aos moradores escolas, bancos e centros comerciais numa área de 11 milhões de metros quadrados. Com 20 mil terrenos, bairro tem valor de venda de R$ 800 milhões. O outro se chama Cidade Jardim e é voltado para os migrantes como Serra. Dos oito mil terrenos colocados à venda desde o ano passado, apenas 10% não foram vendidos. “Tem gente de toda parte comprando terra aqui”, afirmou o corretor Amarildo Soares dos Reis.
A riqueza gerada pelos minérios encontrados na região não mudou a paisagem apenas em Parauapebas. Nos próximos meses, outros municípios do sudeste do Pará devem passar por uma grande transformação socioeconômica. O principal deles é Canaã dos Carajás, que já foi um distrito de Parauapebas e se emancipou há 17 anos. Desde que a Vale começou a extrair cobre, em 2002, a cidade saltou mais de duas mil posições no ranking dos municípios que mais evoluíram no PIB. A grande transformação, no entanto, acontecerá nos próximos meses, quando entrar em funcionamento uma mina de minério de ferro, a Serra Sul (ou S11D, como é chamada pelos técnicos da Vale). Com jazida de 11 bilhões de toneladas, é considerada a maior do mundo e vai dobrar a produção anual da mineradora. Não será surpresa se, em breve, Canaã dos Carajás estiver entre os municípios brasileiros que mais exportam.

A riqueza gerada pelos minérios encontrados na região não mudou a paisagem apenas em Parauapebas. Nos próximos meses, outros municípios do sudeste do Pará devem passar por uma grande transformação socioeconômica. O principal deles é Canaã dos Carajás, que já foi um distrito de Parauapebas e se emancipou há 17 anos. Desde que a Vale começou a extrair cobre, em 2002, a cidade saltou mais de duas mil posições no ranking dos municípios que mais evoluíram no PIB. A grande transformação, no entanto, acontecerá nos próximos meses, quando entrar em funcionamento uma mina de minério de ferro, a Serra Sul (ou S11D, como é chamada pelos técnicos da Vale). Com jazida de 11 bilhões de toneladas, é considerada a maior do mundo e vai dobrar a produção anual da mineradora. Não será surpresa se, em breve, Canaã dos Carajás estiver entre os municípios brasileiros que mais exportam.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Celpa, do Grupo Rede, pede recuperação judicial

A Celpa é uma das distribuidoras com pior desempenho do Grupo Rede Energia e tinha uma dívida de curto prazo de 1,4 bilhão de reais


São Paulo - A Celpa, distribuidora de energia elétrica do Estado do Pará controlado pelo Grupo Rede Energia, entrou com pedido de recuperação judicial, informou a companhia em fato relevante nesta terça-feira.

 
"A despeito dos esforços da administração junto a credores e potenciais investidores, o pedido de recuperação judicial mostrou-se inevitável diante do agravamento da situação de crise econômico-financeira da Celpa e do imperativo de proteger a continuidade dos serviços públicos por ela prestados", informa a empresa.
Segundo o comunicado a medida visa proteger o valor dos ativos da Celpa, atender aos interesses dos credores, na medida dos recursos disponíveis e manter a continuidade das atividades da companhia.

A Celpa é uma das distribuidoras com pior desempenho do Grupo Rede Energia e segundo o balanço patrimonial fechado em setembro de 2011, tinha uma dívida de curto prazo de 1,4 bilhão de reais e de longo prazo também no mesmo valor.
Uma fatia de 54 por cento do acionista majoritário da Rede Energia, Jorge Queiroz Jr, está a venda em uma operação da qual o grupo AES e a a chinesa State Grid já desistiram, diante dos riscos regulatórios e do preço pedido pela participação.
A CPFL ainda estaria conversando com o grupo, segundo fontes, mas analistas chegaram a afirmar que a venda desmembrada dos ativos de distribuição poderia atrair mais interessados.
A Rede Energia também convocou uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para 19 de março, na qual serão discutidas contratações de assessorias especializadas para propor alternativas à superação da crise econômico-financeira da companhia.
O pedido de recuperação judicial ocorre no momento em que empresas do setor de distribuição discutem os efeitos das novas regras do terceiro ciclo de revisão tarifária em suas receitas, com expectativa de que haja redução.
A Celpa, no entanto, não deu detalhes, sobre se esse fator teria ajudado a motivar o pedido de recuperação judicial.

(Por Anna Flávia Rochas)

FONTE: http://www.economia.estadao.com.br

OS FUNDAMENTOS DA PEDAGOGIA É O DIFERENCIAL DA EXCLUSIVA CONSULTORIA EM TREINAMENTO OPERACIONAL E RACs VALE.

Orgulhamos  da nossa formação acadêmica e das experiências que tivemos oportunidade de vivenciar no CIPMOI, atividade acadêmica da ESCOLA DE ENGENHARIA DA UFMG, cujo objetivo é formar excelente mao de obra para Minas Gerais.  A aplicação dos fundamentos técnicos e humanos nos levou a criar uma escola em que o aluno é o CENTRO DAS ATENÇÕES E O DONO DO  SEU TEMPO: ele estabelece horários, tempo de formação e opina sobre conteúdo. A filosofia de um professor por aluno tem dado certo, há um enorme contingente de alunos em todos os cursos oferecidos, usufruindo da escola ideal.

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS – CIVIL OU MECANICO


O desafio deste curso é a quantidade de elementos técnicos que precisam ser apresentados ao aluno. Desenho industrial,  Desenho Técnico, linhas e folhas, Vistas, Projeção ortográfica e projeção geral, Cotagem e Dimensão, Escala,  Simbologia de Projeto,  e muita, muita leitura de projetos reais, aplicados nas minas da VALE em Carajás e Região, exigem do aluno concentração e vontade e da escola um esforço consistente em prover professores capacitados e criativos.
“quanto entrei para o curso, não lia nada. Tudo para mim eram traços e linhas. Agora entendo a importância da Legenda e todo o significado do projeto. Sinto-me habilitado a disputar um cargo de chefia, satisfeito”, diz Domingos Mariano, formando do curso de Leitura de Projetos Mecânicos. Atualmente Domingos trabalha na Plamont, como caldeireiro.


CONTEÚDO DO CURSO

-Desenvolvimento de analise de projetos diversificados
com aplicação em mina e fabricação
-Estudo de desenho técnico mecânico.
Complementares:
NR11
Higiene e Segurança do Trabalho

ELETRICIDADE FORÇA E CONTROLE

Vê-se o Sr. Alonso, eletricista experiente de Alta Tensão, recebendo formação em eletricidade de FORÇA E CONTROLE. Alonso, é funcionário da PAREX e trabalha na mina de CARAJAS. Concluiu o curso de Força e Controle.


“não conhecia e nem acreditava que fosse possível contratar um treinamento ou curso individual. A satisfação é enorme pela atenção, disponibilidade do Prof. Paulo e do Prof. Álvaro. Não tem como não aprender”, conclui.

Assim, concentrados em fazer diferença, a EXCLUSIVA prossegue, com sua busca de parcerias, sua determinação em fazer diferente e fomentar a formação profissional de curta duração. “Nosso foco é o treinamento operacional e cursos profissionalizantes”, diz Aneilton Costa, seu Diretor Financeiro.
“Quando acompanho os alunos para as aulas praticas de solda mig, vejo o tamanho da nossa responsabilidade quanto empresa de treinamento focada em resultado. Resultado para nós é o aprendizado comprovado do aluno e sua inserção no mercado de trabalho. Nossos cursos são investimentos para estas pessoas e portanto, precisam de resultados”, diz Jonas Oliveira Junior, Supervisor de Treinamentos e Operação da EXCLUSIVA.

“Como ajudante percebia que precisava fazer algo para mudar aquela situação. Aos 24 anos é complicado ficar na porta de empresas pedindo cargo de ajudante. Assim resolvi pedir um empréstimo bancário e investir no curso de Formação de Soldadores MIG. Com a massiva carga prática, mais de 40 horas dentro da oficina e com mais de oito soldadores tarimbados era impossível não aprender. Hoje me considero apto a fazer qualquer teste e me tornar um novo profissional da solda”.  São palavras de Ezequiel Santos, formando de SOLDA MIG. “Na próxima semana, agora que terminei o treinamento, vou pedir demissão onde trabalho e sair a busca de novo emprego, agora como profissional de solda mig. Durante o treinamento fiz um estagio de  40 horas, assinado na carteira profissional. Tenho o curso e a experiência na carteira”, completa.

Marcio também aluno de solda eletrodo revestido tem promoção garantida na Moind quando entregar o certificado: “é uma oportunidade que a empresa esta me oferecendo, depende apenas de mim e estou concluindo o treinamento. Minha vida muda com este certificado, de ajudante passo a oficial, com o dobro do salário atual e outros benefícios. Tenho filhos para criar”. Marcio já foi certificado.

O mesmo acontece quando levo os futuros profissionais de maquinas pesadas: carregadeiras, escavadeiras e outras. A expectativa é grande e muitos se emocionam pela oportunidade tão batalhada. São aulas dinâmicas, no ambiente de operação, onde o aprendiz faz contato com sua futura profissão. E muitos são formados com grande habilidade por nossos parceiros. “Vim do Tocantins fazer o curso de escavadeira da Exclusiva. Uma empresa chegou com vários profissionais formados por esta empresa. Procurei na internet e não me arrependi. Estou concluindo, juntamente com Fredson de Paragominas e Jonatan Reis, de Tucurui. Achei interessante ter tanta gente de vários estados e cidades, em Parauapebas, fazendo  os cursos da EXCLUSIVA”  é a fala e as impressões do Sr. Roberth, de Axixá/TO.


O TREINAMENTO INDIVIDUAL

HÁ aulas em grupo e individuais, na matricula o aluno escolhe seu formato de treinamento. Vários cursos são oferecidos exclusivamente individualmente, por crença nossa que assim funciona melhor.
TREINAMENTO DE RAC
As atividades criticas são padrão VALE. Não há modificações possível, recebemos instruções internas da mineradora: são turmas, de uma mesma empresa, uma mesma RAC, todas criadas por sobre as NRs. Temos salas próprias para este treinamento, na Cidade Nova, anexas ao nosso escritório administrativo.

Portanto, estamos abertos a parcerias. Empresas com pessoal para treinar ou espaço e equi-pamentos disponíveis, nos ajude a treinar e capacitar a mao de obra local. Acreditamos que não há apagão de mao de obra no Brasil, há preguiça das empresas em rever seus padrões de recrutamento, treinamento e seleção.
Estamos no mercado há 16 anos. Criamos o treinamento operacional em Parauapebas e regi-ão. Somos empreendedores, fundadores de um negocio local, quando  ninguém acreditava, até mesmo as empresas achavam estranho treinamento de operários localmente. A certifica-ção ISO da VALE foi um poderoso motivo para exigir das empreiteiras pessoal treinado e capacitado. Hoje temos dezenas de escolinhas, o Senai (que não deveria cobrar nada de ninguém, já recebe de todas as empresas do pais), Senat e tantas outras. Há cursos  na internet. Mas estamos aqui, provocando mudanças  na concepção de treinamento e nos preparando  para as novas exigências do mercado. 

No treinamento de solda temos percebido um aumento significativo de mulheres.  São habili-dosas e conseguem se empregar rapidamente. É importante ter uma política de treinamento voltada para mulheres: temos um segmento, atendido diretamente pelo diretor geral da EXCLUSIVA. 
“Nossos cursos de solda (todos os processos) mecânico montador, caldeireiro, pedreiro, mar-ceneiro, encarregado,  mecânica diesel e a gasolina, agente de portaria, serralheiro, operador de carregadeira hoje tem foco nas mulheres que querem trocar  de profissão . os cursos tradicionais de auxiliar administrativo, depto pessoal, contabilidade e toda a área da informática produtiva ainda estão a disposição, mas temos um carinho especial para esta novidade do mercado de trabalho: mulheres habilitadas nas antigas profissões masculinas”, diz Paulo Souza, que lidera a maioria destes cursos.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Vale fecha 2011 com lucro recorde de US$ 22,885 bilhões, alta de 32,6%

Apesar da queda de 21% no lucro no 4º trimestre, resultado anual é recorde. Receita líquida da mineradora cresceu 29,9% no ano, para US$ 60,4 bilhões. 
A mineradora Vale alcançou lucro líquido consolidado recorde de US$ 22,885 bilhões em 2011, segundo o padrão contábil americano (US Gaap), o que representa uma alta de 32,6% frente aos US$ 17,264 bilhões apurados em 2010. No quarto trimestre, o lucro líquido foi de US$ 4,672 bilhões, queda de 21%  por cento na comparação com o mesmo período de 2010, mas o resultado foi suficiente para fazer a mineradora fechar 2011 com um novo recorde anual. No ano, a receita líquida da mineradora cresceu 29,9%, para US$ 60,389 bilhões. A maior produtora de minério de ferro do mundo reportou Ebitda ajustado (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), excluindo ganhos não-recorrentes, de US$ 7,396 bilhões no quarto trimestre, ante US$ 8,869 bilhões entre outubro e dezembro de 2010. O Ebitda ajustado foi de US$ 33,759 bilhões em 2011, crescimento de 29,26%. As vendas de minério de ferro e pelotas da Vale somaram 299,1 milhões de toneladas em 2011, novo recorde, informou a empresa nesta quarta-feira. Os números estão de acordo com o padrão US Gaap. A Vale divulgou seu balanço no exterior antes da publicação oficial no Brasil. As informações são da Agência Estado, Reuters e do Valor Online.
FONTE: http://www.acordacidade.com.br

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O CARNAVAL DE PARAUAPEBAS, O PREFEITO E A LIGA DAS ESCOLAS DE SAMBA

Em 2005, Elvina, então titular do cartório de Parauapebas, foliã tradicional, ajudou a família Pinto a fundar a primeira e natimorta liga.  Nunca avançou. O Sr. Rui lutou como pode e tentamos ajudar mas não tinham endereço, não tinham união, não tinham pique e vontade próprias. Acompanhamos como consultorias a agonia por longos seis anos. Em 2009, elegeram nova diretoria, desta vez tendo a frente alguém de fora, o Sr. Jean, o jovem Cicero Joao e Sindima Pinto. De fato cheguei a acreditar que esta vez ia deslanchar um carnaval de verdade, com a influencia dos políticos delimitada e sem a cara de pau dos donos dos blocos e escolas em utilizar dinheiro publico.


Não deu em nada. Os participantes de donos de blocos e escolas são uns duros, irresponsáveis e não tem compromisso com nada. A ata de alteração nunca pode ser registrada  porque ninguém se atrevia a entregar 120,00 a diretoria para obter tal registro, ficando a liga em nome do seu primeiro presidente, Rui pinto e seu tesoureiro, Sindima Pinto. Hoje seus nomes estão empenhados na receita federal, não podem abrir negocio, ser empreendedores individuais e dentro  em breve estarão impedidos de movimentar conta bancaria e ate abirr crediário, comprar imóvel da caixa pois o governo vai ter sua lista de devedores de impostos e eles La estarão, enquanto o carnaval de Parauapebas so faz crescer ano após ano.


De 2005 até hoje o administrador publico se virou para justificar os gastos com o carnaval de Parauapebas. Magicamente, todo ano, valores não revelados são repassados aos donos dos blocos e escolas.  Os beneficiados, afilhados do regime governante, lideranças petistas e outros apaniguados. Não sei como prestaram contas todos estes anos. Mas com advento do Claudio Feitosa, secretario de cultura (inútil pois matou a cultura local em detrimento da importante do sul e grandes centros), estes grupos passaram a sofrer uma humilhação cabeluda: o dinheiro do carnaval não saia a tempo, não tinham como repassar os recursos, quando saia não dava para fazer um carnaval com crescente interesse regional pois Parauapebas  é e se torna a cada dia, a capital do interior do estado do Pará.


O carnaval do ano passado, tivemos direito a um protesto publico da líder de uma escola de samba, na avenida, contra este genial secretario petista. Motivo: não repassou a verba a tempo, apenas quando viu que o carnaval aconteceria mesmo sem o PT, o prefeito, o Margalho e todos. Neste protesto vimos, como consultoria, uma oportunidade para obter melhorias e fazer o carnaval da cidade render recursos.  Interesse não falta. O que faltava e sempre faltou  foi humildade e capacidade nos diretores e lideres responsáveis por um carnaval com o potencial que Parauapebas tem para a folia. E alegria  é  um produto tão vendável quanto saúde e bem mais barato. EM 2010 conseguimos apresentar para a diretoria recente um plano anual de trabalho. Houve promessas mas tinham um plano melhor e nada. Nunca conseguiram recursos para registrar a entidade, abrir uma conta, fazer o carnaval sem os políticos ou melhorando o apoio forçado deles. Em 2011, o FAM foi utilizado para fazer o carnaval. Contrario ao estatuto e finalidades sociais, o FAM recebeu R$193.000,00 para o carnaval acontecer. Os recursos foram depositados na conta do Sr. Girlan, então presidente e liberados pelo Sr. Pedrinho. Tudo bem, consertaram um erro com outro maior. Vamos auditar a prestação de contas do carnaval 2011 também? Se compromete uma promissora liderança, estes jeitinhos do PT e seus árcades. Mas passamos o ano inteiro, com o Sr. Jean me pedindo a ata de fundação, documentos que tirariam  a entidade do nosso escritório sem nos pagar todos estes anos de trabalhos. Decidimos não entregar, mesmo porque, entregamos documentos ao FAM na promessa que seriamos pagos, seis anos de trabalho para a entidade e a nova diretoria simplesmente não pagou e não negociou.
Jean Carlos
Certo, assim uma nova comissão foi criada e liderada por Cicero Joao e Jean Carlos. Em visita, discutimos a recuperação da LIA-BESP. As dividas fiscais, honorários, cartoriais chegavam  a um valor considerável, alem do certificado digital. Assim, seria muito mais pratico, esquecer esta liga que sucumbiu pela incapacidade de se tornar de fato e abrir uma nova, do zero, sem quaiquer problemas fiscal ou cartorial.

O fato é que faltavam menos de um mês para o carnaval e tudo teria que passar por esta nova entidade. Aceitamos o desafio e garantimos a entidade pronta em 10 dias, desde que pagos honorários e despesas cartoriais.  Este grupo se propôs ajudar se necessário ir a Maraba, receita federal e prefeitura, alvará. A parte da nova entidade seria reunir os blocos e escolas de samba e ratear o valor entre eles. Em troca estariam se apossando da verba do carnaval pela primeira vez, desde 2005.
A exclusiva é especialista em situações limites. Foi assim com a Integral quando das crises na mina da VALE, na situação da tentativa de assassinato do seu encarregado, dos primeiros acidentes graves com seu pessoal, das falências locais, da certificação ISSO e outras situações. Também na constituição relâmpago da OAP, da estruturação do FAM, da construção do discurso legal do Rui Vassourinha e demais acontecimentos de Parauapebas.

Constituímos o estatuto, ata de fundação e os fundadores levaram mais dez dias juntando as assinaturas, numa lentidão incom-preensível para nossa empresa. Mas finalmente conseguimos dar entrada no cartório Gallo em 22 de janeiro. Depois de cinco dias saiu o documento registrado, estando constituída a nova liga – LIABESPR, agora regional. O cartório local não tem conexão com a receita federal. Ficamos um dia inteiro tentando falar com eles, telefone desligado ou fora do gancho, numa posição de não atendimento. O ministério da justiça foi acionado e registramos reclamação, conseguindo ter certeza que eles não faziam pedido de CNPJ apesar de registrarem entidades.  Este cartório nos enviou a Jucepa, que tentou retornar a eles. Não tinha mais o que fazer aqui, assim enviamos  o novo presidente a Marabá, de onde voltou com o CNPJ. O pedido de alvará e inscrição municipal foram aceitos e em menos de dez dias estávamos com uma Nova entidade prontinha para negociar. Nunca os carnavalescos de Parauapebas tinham ido tão longe.

AS NEGOCIAÇÕES COM O PREFEITO
Com a aproximação do carnaval, faltavam 15 dias, uma comissão começou a negociar com o prefeito o repasse da  verba para as escolas e blocos, na verdade uma miséria: R$195.000,00 reais para quatro escolas e onze blocos, como pode-se ver  em anexo. Na primeira reunião o prefeito em pessoa solicitou a documentação legal se comprometendo  com o repasse. A imagem publica dos gestores ficou bem manchada no carnaval passado, com a manifestação na avenida. Dentro de uma semana a LIABESPR voltou documentada, inclusive com conta bancaria aberta. Nunca os carnavalescos chegaram tão longe. Tudo legal  e após um dia inteiro de espera na ante-sala da prefeitura, foram recebidos desta vez pelo secretario de finanças que solicitou as CNDs e prometeu o recurso para dia 9 e 10 de fevereiro, praticamente antevéspera do carnaval 2012.
FAZER O QUE?
Diante do impasse em relação aos recursos para a folia, num gesto maluco dos gestores municipal, a moçada, depois de tanto esforço não poderia deixar a peteca cair.  Assim, conseguiram um empréstimo do vereador Odilon para as despesas iniciais. Os dirigentes viajaram a Belém para comprar os adereços e as despesas gerais de um carnaval que não existe. Quem diria,  o vereador Odilon viabilizando o carnaval de Parauapebas.  São as articulações possíveis nesta cidade.  O PMDB esta afinado com o PT.  Este, sem recursos, recorre a empréstimos para salvar o carnaval e sua imagem.
TRANSFORMAÇÕES A VISTA
Ao aceitar as encomendas do  Sr. Cícero e  Sr. Jean, pensamos e trabalhamos num projeto inteiro de carnaval, que dura o ano inteiro, baseado em lei municipal e que possa ocorrer, com a liberação  da verba ainda em outubro. A idéia é fazer um carnaval de verdade em 2013. Para se processar esta mudança vamos precisar de uma lei municipal, que será encaminhada a Câmara dos Vereadores  em março. O orçamento e planejamento dos festejos de 2013 será  feito e apresentado a sociedade em abril. A sede da LIABESPR, a Rua São Francisco funcionará o ano inteiro, como referencia para os súditos de Momo. As micaretas serão prerrogativas legais da entidade, assim como shows, direitos autorais.  A musica de carnaval, escolha de temas, gravação do cd e mensagem da televisão serão todos realizados em novembro/dezembro, assim como as alegorias, fantasias, abadas. Em fevereiro serão realizados os desfiles, acabando com o amadorismo com se faz o carnaval até hoje. É uma festa que esta crescendo  e merece ser tratada profissionalmente. Turistas procuram Parauapebas. Acreditamos que o comercio, o setor hoteleiro e políticos tem muito a ganhar com um carnaval organizado, estruturado e profissional. Somos a consultoria contratada e estamos elaborando o aparato legal e a organização dos eventos para termos um carnaval  maduro.

COMUNICADO AO PUBLICO
A organização da LIABESPR, orientada por nossa consultoria, requer:  1.  a identificação do grupo diretor com camisas e crachás, com cargo e função.; 2. apenas o presidente fala em nome da entidade e 3. convocação a imprensa para comunicar o carnaval 2012, seu planejamento e a  apresentação da LIABESPR, num hotel ou outro espaço com capacidade e condições de uma reunião profissional.  Propusemos a entidade, solicitar ao repórter Francisco, do Correio do Pará, a indicação para o cargo de porta-voz da liga.  As negociações para a realização do carnaval 2013 começam  15 dias após o encerramento do carnaval 2012, envolvendo todos os participantes, autoridades, rede de hotéis, comercio e políticos.