EQUATORIAL
– REDE CELPA – PARÁ
COMO
pode uma empresa de energia, do porte da citada, com ações listadas no
IBOVESPA, BOLSA DE NOVA YORK, CHICAGO, CHINA, TÓQUIO, e o escambau, inclusive com a responsabilidade
estatutária de se submeter aos ditames do Novo Mercado, ROUBAR DESCARADAMENTE
dos isolados e desprotegidos habitantes do estado do Pará.
Há evidencias que esta empresa nao esta repassando devidamente as prefeituras paraenses as taxas de iluminação publica, cobradas nas contas de energia.
LADROAGEM.
ROUBO, FALTA DE CONFIANÇA. GOLPE DA MEDIÇÃO. Vocês verão a
seguir as provas cabais de nossas afirmações. Todos estes proprietários,
nacionais e estrangeiros, se tornam cúmplices do gestor da Rede Celpa. Ao adquiri-la
e não alterar os procedimentos que a fizeram naufragar, apenas prolongam a
agonia de todos nos, usuários e clientes! São cúmplices num golpe baixo contra a
população.
A
atendente da loja de Parauapebas, sul do Pará, justifica, certamente treinada
para ser linha de frente da quadrilha: os impostos são altos, é culpa do
governo. Lançamos todo o reajuste de uma única vez. O acordo da Presidenta
Dilma com as concessionárias foi válido apenas para um mês e outras sandices
mais, num esforço miserável para enganar as pessoas, todos nos usuários e
clientes de uma empresa monopolista, sem alternativas de escolha, um monopólio
miserável e autoritário. A tal mocinha, vitima também, não sabe que os rapazes
da leitura mensal dos relógios, estão autorizados a majorar sem o devido
consumo, os watts em cada residência dos incautos consumidores. Legitimados por
um governo que se diz popular, as
grandes concessionários, se esbaldam em
sacanear, onerar, punir e roubar da população. Um Eike Batista por dia.
Quando o mercado global, olhar com mais
atenção e responsabilidade para a real
saúde dos serviços básicos e de infraestrutura do Brasil, vão se arrepender de
colocar tanto dinheiro em mãos de autoridades irresponsáveis e incompetentes. O
assalto a população não encontra paralelo neste mundo.
Ficamos estarrecidos, comparem os
números abaixo:
MEDIA
DE CONSUMO MENSAL (últimos 3 meses, em kWh) =
566+1000+530 = 698,66 e não os 1203 da concessionária. Então não se cabe
nenhuma discussão de consumo real? Quem faz as medições? Aqui em Parauapebas é
a empresa DINAMO. Funcionários a pés ou de bicicleta, autoritários e destreinados, ou com o treinamento para meter a mão: se
observarem o quadro 3 podem perceber uma perigosa tendência: a cada três meses,
dobra-se o registro do consumo das unidades. Se assim for, podemos esperar um
salto de 50% no consumo para este mês de dezembro. E será uma sacanagem, porque
desligamos 60% dos aparelhos que consomem energia elétrica. Nosso consumo caiu,
estamos abaixo da media de consumo. Então, nosso plano é, ao receber a conta,
voltar ao relógio e conferir. Se estiver manipulado, vamos chamar a policia de
imediato, fazendo a ocorrência de furto qualificado contra o funcionário
leiturista e a concessionária. E não vamos negociar.
HISTORICO DA REDE CELPA NO PARÁ
Acompanhe
aqui toda a fofoca na época da aquisição da Rede Celpa
Equatorial compra 61,37% da Celpa por R$ 1
EQUIPE AE –
Agencia Estado
SÃO PAULO – A Equatorial Energia comunicou nesta
terça-feira (25) que celebrou hoje contrato de compra e venda de ações com a
Centrais Elétricas do Pará (Celpa). Por meio do contrato, uma vez verificadas
determinadas condições precedentes, a Equatorial se comprometeu a adquirir,
pelo valor total de R$ 1, 39,179 milhões de ações de emissão da Celpa, sendo
38,717 milhões de ações ordinárias e 461.917 ações preferenciais. O montante
total corresponde a uma participação de 65,18% do capital votante e 61,37% do capital
social total da Celpa.
O preço total de aquisição se deve ao fato de a Celpa encontrar-se em processo
de recuperação judicial. O plano de recuperação da empresa foi aprovado em
assembléia geral de credores realizada em 1º de setembro de 2012 e homologado
na mesma data. O plano contempla uma proposta para equacionamento do passivo
operacional e financeiro da Celpa, bem como a aquisição, por um investidor, do
controle da empresa.
A conclusão da operação está também sujeita a certas condições precedentes
previstas no contrato de compra e venda, incluindo a aprovação pela Agência
Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pelo Conselho Administrativo de Defesa
da Concorrência (Cade). Com a conclusão do negócio, a Equatorial aumentará sua
atuação no setor de distribuição de energia elétrica, expandindo sua participação
no setor energético para a Região Norte.
Equatorial terá que fazer um
investimento de R$ 700 milhões em até dois anos
Leonardo Godoy – Reuters
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a transferência do
controle da distribuidora paraense Celpa, do Grupo Rede Energia, para a
Equatorial Energia. Segundo a Aneel, a Equatorial deverá fazer aporte de
capital de R$ 700 milhões na Celpa em uma ou mais parcelas, em até dois anos. A
primeira injeção de recursos na paraense, de pelo menos RS 350 milhões deve ser
feita ainda neste ano.
A
Aneel também informou que autorizou a Celpa a converter em investimentos em sua
infraestrutura os pagamentos de compensações a consumidores: pelo
descumprimento de metas de indicadores de qualidade. Essas eram as duas últimas
pendências, no âmbito da Aneel, para a conclusão da compra da Celpa pela
Equatorial.
A Celpa estava em processo de recuperação judicial e era a única das nove
distribuidoras do Grupo Rede que não sofreu intervenção. Ao assumir a Celpa,
companhia que atende a 1,8 milhão de consumidora no Pará, a Equatorial Energia
atenderá a uma área de concessão contígua à da Cemar, distribuidora maranhense
que já controla, podendo obter sinergias. A Equatorial adquiriu a distribuidora
do Pará por RS 1, as- sumindo 39,1 milhões de ações de emissão da Celpa.
Fonte: Brasil Econômico
Por Claudia Facchini | De São Paulo
A
fórmula da Equatorial para resolver os problemas da distribuidora de energia do
Pará, a Celpa, não estará baseada em tecnologia, mas sim em gestão. “Tecnologia
não é a solução”, afirmou o diretor financeiro da Equatorial, Eduardo Haiama,
na sexta-feira, em teleconferência com analistas, ao citar como exemplo a
Cemar, distribuidora de energia do Maranhão adquirida pela empresa em 2006 e
que é considerada um caso bem-sucedido de reestruturação.
Um dos desafios será reduzir as perdas da Celpa – ou os populares “gatos”, a
energia que não é paga pelos consumidores. Segundo Haiama, assim como foi feito
na Cemar, a idéia é “dividir um problemão em vários probleminhas e montar um
plano de ação para [combater] cada um deles”.
Mas, na avaliação de um analista, o combate aos “gatos” pode ser uma tarefa
mais difícil no Pará do que foi no Maranhão, há seis anos. Com o aumento do
poder aquisitivo, o consumo de energia também cresceu entre a população de
renda mais baixa, o que deixou a conta de luz mais cara.
Durante a teleconferência com analistas, a Equatorial não fez comentários sobre
a oferta primária de ações anunciada na noite anterior, avaliada em R$ 1
bilhão, por estar em período de silêncio. A operação deve financiar tanto a
aquisição da Celpa, que está em recuperação judicial, bem como a compra das
demais oito distribuidoras do grupo Rede, que estão sob intervenção da Agência
Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
A Equatorial apresentou a oferta para adquirir as oito distribuidoras em
conjunto com a CPFL e a expectativa é que as duas empresas dividam o negócio
meio a meio. Uma fonte a par do processo afirmou ao Valor que as negociações
estão “bem encaminhadas” e que será uma “surpresa” se o acordo não for fechado.
O analista do banco Espírito Santo, Gabriel Laera, acredita que a aquisição
poderá ser concluída ainda este ano.
Na sua avaliação, o deságio nas dívidas da Celpa e do Rede poderá alcançar 65%.
Segundo ele, a aquisição da Celpa aumentaria em R$ 5 o valor justo para as
ações da Equatorial, enquanto a aquisição do grupo Rede elevaria esse valor em
R$ 8,9. Mas a oferta primária de ações, em compensação, irá diluir em R$ 9,1 o
preço da ação da companhia.
Na sexta-feira, as ações da Equatorial caíram 0,88% e fecharam o pregão a R$
17,94.
Fonte: Valor Econômico
Por Claudia Facchini, Rodrigo Polito e
Beatriz Cutait | De São Paulo e do Rio VALOR ECONÔMICO
As
incertezas em torno do futuro da Centrais Elétricas do Pará (Celpa), que está
imersa em dívidas de R$ 3 bilhões, terminaram ontem, quando a Equatorial
Energia entregou finalmente, à Justiça de Belém, o contrato para aquisição da
distribuidora de energia, que pertence ao grupo Rede Energia.
A Equatorial, controlada pela administradora de fundos de private equity Vinci
Partners, pagará o valor simbólico de R$ 1 pelo controle e terá de injetar
imediatamente R$ 350 milhões na distribuidora. Nos próximos dois anos, está
previsto o aporte de outros R$ 350 milhões pelo menos.
Os investidores reagiram bem. As ações ordinárias da Equatorial subiram ontem
5,3%, encerrando o pregão a R$ 17,75, o que elevou o valor de mercado da
empresa para R$ 1,9 bilhão. Em setembro, os papéis da Equatorial já se
valorizaram 14%, acumulando neste ano uma forte alta de 45%.
Com a aquisição, a Celpa escapou de ter o mesmo destino das outras oito
distribuidoras de energia do grupo Rede, que estão sob intervenção da Agência
Nacional de Energia Elétrica (Aneel) desde o início de setembro.
A agência reguladora só não interveio na distribuidora do Pará porque a
companhia já estava em processo de recuperação judicial e havia recebido uma
proposta da Equatorial, mas as negociações se arrastavam há três meses. Na
semana passada, a juíza Maria Filomena de Almeida Buarque, encarregada da
recuperação da Celpa, deu um ultimato à Equatorial, que perderia a
exclusividade nas negociações se não assinasse um compromisso formal de compra.
O prazo estipulado pela juíza terminou na segunda-feira e já haviam sido
iniciadas as negociações para vender a Celpa para o grupo J&F, que também
demonstrou interesse pela distribuidora.
A venda para a Equatorial foi finalmente fechada ontem à tarde, na sala da
juíza em Belém, quando o contrato recebeu a última assinatura que faltava, a da
presidente e representante de um dos acionistas da Rede Energia, Carmem
Pereira. O herdeiro e controlador do grupo, Jorge Queiroz, assinou o documento
no dia anterior e não foi ao Pará, disse uma fonte.
Apesar dos sérios problemas financeiros da Celpa, a aquisição é vista com um
bom negócio para a Equatorial, que já possui um histórico positivo na Cemar,
distribuidora de energia do Maranhão. Com os ciclos de revisão tarifárias, aos
quais estão sujeitos as distribuidoras de energia a cada quatro anos, os ganhos
de escala
tornam-se ainda mais cruciais para as empresas, que precisam diluir
custos.
A Celpa e a Cemar passaram por trajetórias semelhantes. A Celpa foi comprada
pelo grupo Rede em 1998, enquanto a Cemar foi privatizada no ano 2000, quando
foi adquirida pela americana Pennsylvania Power & Light (PPL).
A distribuidora maranhense passou a enfrentar problemas financeiros em 2001 e,
no ano seguinte, chegou a sofrer uma intervenção da Aneel. Passados dois anos e
meio, a SVM Participações, empresa controlada pelos fundos da GP Investimentos,
comprou o controle da companhia pelo valor simbólico de R$ 1, assumindo também
a dívida de R$ 820 milhões. Como parte do processo de reestruturação
financeira, em abril de 2006 o controle acionário da empresa passou para a
Equatorial Energia. Por fim, ainda em 2006, a GP Investimentos e o Banco
Pactual resolveram lançar as ações da holding em bolsa e levaram à captação de
R$ 540,2 milhões, do quais R$ 180 milhões com a emissão de novas ações.
A situação da Cemar é hoje bem diferente do passado. No segundo trimestre deste
ano, a empresa teve receita operacional de R$ 544,6 milhões e lucro de R$ 57,9
milhões, com relação dívida líquida/Ebitda baixa, equivalente a duas vezes.
Por Claudia Facchini e Rodrigo Polito |
De São Paulo e do Rio
A
Equatorial e a CPFL assinaram ontem à noite com o controlador do grupo Rede
Energia, Jorge Queiroz de Moraes Júnior, um compromisso de compra da companhia,
cujas oito distribuidoras de energia estão sob intervenção da Agência Nacional
de Energia Elétrica (Aneel) há três meses. As duas empresas pagarão apenas R$ 1
para assumir o controle do grupo, que está atolado em dívidas estimadas em mais
de R$ 5 bilhões.
Até o momento, a Equatorial e a CPFL conseguiram exclusividade nas conversações
com Queiroz, mas havia o risco de que esse privilégio terminasse em breve. A
assinatura do acordo, que era aguardada pelo mercado, afasta as incertezas em
torno das negociações.
Pelo acordo, as participações diretas e indiretas de Queiroz no grupo Rede
serão transferidas para a Equatorial. Mas os investimentos necessários para
equacionar os problemas da companhia serão feitos tanto pela Equatorial quanto
pelo CPFL, que se comprometem a efetuar os aportes.
Fontes próximas às empresas informaram ao Valor que a forma como os
investimentos serão realizados ainda precisa ser definida. Só depois de
desenhada essa estrutura é que serão divididas as oito distribuidoras do Rede
entre a Equatorial e a CPFL, que possui interesse, principalmente, nas empresas
de São Paulo. Segundo uma fonte, ainda é cedo para discutir quem ficará com
cada ativo. As duas empresas vão trabalhar nos próximos 60 dias no plano de
recuperação.
Ontem, a Justiça de São Paulo aprovou a recuperação judicial pedida pelas
holdings do Grupo Rede, o que permitiu que o compromisso de compra e venda
fosse assinado com a Equatorial e a CPFL. Sem o pedido de recuperação judicial,
havia o risco de que credores pedissem a falência das companhias. A aprovação
do pedido de recuperação judicial protege as holdings, viabilizando a
assinatura do acordo.
O compromisso firmado ontem ainda precisa ser aprovado pela Aneel, bem como
pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Fontes do setor dizem
acreditar, porém, que a Aneel não colocará empecilhos já que as duas
companhias, a CPFL e a Equatorial, além de capitalizadas, possuem um histórico
bem-sucedido de reestruturação de empresas.
A Equatorial já adquiriu uma das distribuidoras do grupo Rede, a Centrais
Elétricas do Pará (Celpa), pela qual também pagou apenas R$ 1. A Celpa foi a
única das subsidiárias de Queiroz que estava em processo de recuperação
judicial. Em setembro, o governo federal impediu que as demais distribuidoras
controladas pelo empresários seguissem o mesmo caminho ao decretar a Medida Provisória
577. A MP permitiu a intervenção da Aneel nas distribuidoras do Rede, que foi
feita no dia seguinte à sua publicação.
O plano de recuperação apresentado em outubro por Queiroz prevê o aporte de R$
773 milhões nas suas concessionárias. Deste total, R$ 437 milhões virão da
quitação de dívidas e R$ 150 milhões por meio de aumento de capital. A holding
ainda possui R$ 186 milhões retidos em aplicações no Banco Daycoval que poderão
ser “repostos”, segundo o documento.
A Equatorial, que pertence à administradora de fundos de investimento Vinci
Partners, controla a Centrais Elétricas do Maranhão (Cemar), que é considerada
um bom exemplo de recuperação financeira. Em 2004, a Cemar também foi comprada
por apenas R$ 1 pela gestora de fundos GP.
Fonte: Valor Econômico
Equatorial compra Celpa e amplia atuação
na região Norte
No
setor de energia, a Equatorial Energia (EQTL3) fechou a compra da distribuidora
paraense de energia Celpa (CELP5), pondo fim à novela sobre o destino de uma
das empresas do endividado Grupo Rede Energia. A conclusão do processo evitou
com que a Eletrobrás (ELET3, ELET6), acionista minoritária da Celpa, tivesse de
assumir a paraense.
Vale destacar que a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) pretende
concluir até o dia 30 de outubro a votação das pendências para a transferência
do controle da Celpa para a Equatorial Energia. Esse cronograma da Aneel permitirá
que a Equatorial assuma definitivamente o controle da Celpa a partir de 1º de
novembro, como foi acertado entre as partes que negociaram a solução para a
empresa.
BRASÍLIA,
30 Out (Reuters) – A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)
autorizou nesta terça-feira a transferência do controle da distribuidora
paraense Celpa, do Grupo Rede Energia, para a Equatorial Energia. A operação
deverá ser formalizada em até 90 dias.
Segundo a Aneel, a Equatorial deverá fazer aporte de capital de 700 milhões de
reais na Celpa em uma ou mais parcelas, em até dois anos. A primeira injeção de
recursos na paraense, de pelo menos 350 milhões de reais, deve ser feita em
2012.
Também nesta terça, a Aneel autorizou a Celpa a converter em investimentos em
sua infraestrutura os pagamentos de compensações a consumidores pelo
descumprimento de metas de indicadores de qualidade. Essas eram as duas últimas
pendências, no âmbito da Aneel, para a conclusão da compra da Celpa pela
Equatorial. A transferência de controle da Celpa para a Equatorial foi
anunciada em setembro e encerrou um período de meses de negociação entre
Justiça, Aneel, governo, credores, investidores e empresas para encontrar uma
solução de mercado para a distribuidora, que estava em recuperação judicial
desde fevereiro deste ano.
Entregando
as Razões
Desde
a privatização das companhias elétricas em todo o país, a concessionária de
parte da região norte foi a rede Celpa. Herdou linhas ultrapassadas, sistema de
distribuição arcaico e muita desordem em registros e padrões. A empresa arrematante,
o Grupo Rede, não conseguiu fazer caixa na rapidez necessária aos investimentos
e sem os recursos vitais ao empreendimento e a complexa operação em solo de
selva, e ao mesmo tempo urbano.
Sem
as devidas qualificações, foi deteriorando o atendimento, a distribuição e a
satisfação da população, enquanto o governo central fechava os olhos para a
nova realidade. Capengava, mas ia. Nos
primórdios dos anos 90, aqui em Parauapebas, se trabalhava apenas a tarde, de
manha era impossível, devido aos picos e a falta. Depois era a chuva, depois era o vento e
depois era o redimensionamento da distribuição e depois era o excesso de
consumo e até hoje é esta tragédia. Estamos pagando muito mais, por um serviço
de menos.
Finalmente,
após todas as tentativas, apoiada na incompetência de Brasília em resolver tão
grave problema, a Rede Celpa jogou a toalha, ante a intervenção do governo
acabou sendo comprada pela EQUATORIAL. Não sabemos como esta empresa, de
proprietários e grupos responsáveis, topou comprar um resto de produto como a
Rede Celpa. E o pior os infortúnios, sem caixa, parece que, para reduzir a montanha
do dinheiro necessários para a
manutenção no Pará, este grupo esteja lançando mão desse abjeto recurso: lograr
os incautos consumidores. Temos casos que, mesmo com a ligação não feita, esta
empresa enviar contas de R$500,00, por três meses seguidos. No nosso endereço,
o proprietário desligou o relógio e o mesmo foi retirado, há dois anos mas a Rede
Celpa continua mandando contas e com consumo, ou seja, esta configurado o crime de dados morais e perdas e danos:
inventar números para um relógio desligado, e ainda enviar o nome do ex-cliente
para as entidades de proteção ao crédito. Temos provas dessa tragédia, todas as
contas, pagas pelo ex-cliente.
Hoje
em dia, não temos onde reclamar de mais nada. A governança por quase 12 anos de
um partido dito de esquerda, esta trazendo de volta todos os males e doenças da
ditadura militar: pessoas presas sem crime tornadas incomunicáveis, sem direito
sequer a um telefonema, ordem restrita dos policiais, falta de segurança,
pessoas sendo investigadas por sua ideologia, aplicação da Lei de Segurança
nacional e etc. Não há canais populares, gratuitos e efetivos para as massas se
defenderem do capital. Esta privatização de estado, como a ocorrida no setor elétrico, torna o
consumidor final, refém da empresa concessionária. O governo não pode
atrapalhar o retorno do investimento do seu parceiro. E não é mais o governo
quem resolve. Daí a liberdade de algumas empresas fazerem o que a Rede Celpa
esta fazendo aqui no Pará.
Queremos
providencias. Mas quem ou o que pode resolver e atuar a EQUATORIAL? Quem pode
punir e ressarcir o consumidor desse furto hediondo?
VEJA AGORA QUEM SAO OS DONOS
O quadro
abaixo indica a quantidade de ações ordinárias detidas por todos os acionistas
da Equatorial Energia.
|
Posição
Consolidada em Ações
Acionistas
|
Ordinárias
|
Total
|
|
|
Quantidade
|
%
|
Quantidade
|
%
|
|
PCP Latin America Power S/A
|
45.518.146
|
22,94%
|
45.518.146
|
22,94%
|
|
Minoritários
|
152.929.206
|
77,06%
|
152.929.206
|
77,06%
|
|
Squadra
Investimentos
|
30.939.640
|
15,59%
|
30.939.640
|
15,59%
|
|
International
Financial Corporation
|
10.625.000
|
5,35%
|
10.625.000
|
5,35%
|
|
BTG Pactual Asset
Management S/A DTVM
|
10.271.024
|
5,18%
|
10.271.024
|
5,18%
|
|
Credit
Suisse Hedging-Griffo
|
10.073.318
|
5,08%
|
10.073.318
|
5,08%
|
|
Nucleo
Capital
|
9.983.600
|
5,03%
|
9.983.600
|
5,03%
|
|
Norges
Bank
|
9.962.283
|
5,02%
|
9.962.283
|
5,02%
|
|
Demais
Minoritários
|
71.074.341
|
35.81%
|
71.074.341
|
35.81%
|
|
Total
|
198.447.352
|
100,00%
|
198.447.352
|
100,00%
|