segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Beleza e inovação na arquitetura



Forro tipo nuvem garante acústica e estética a salão de eventos
Nuvens illtec Sonex, da OWA Sonex, foram utilizadas em projeto de reformulação do salão nobre, proporcionando qualidade e conforto para apresentação de eventos.














O Anhembi Tênis Clube, um dos clubes sociais mais tradicionais de São Paulo, tem uma estrutura ampla e completa para convívio, atividades esportivas e culturais. É composto por diferentes salões, lanchonetes, restaurantes, sala de massagem, quadras poliesportivas, academia, pistas para corrida e caminhada, além de espaços para aulas de teatro, música, dança, desenho e brinquedoteca.

Em 2015, o salão nobre do clube passou por um grande projeto de reforma, desenvolvido pelo escritório Nagle & Cecco Arquitetos, para acolher seus associados com modernidade e conforto.

 Desafio
Duas questões primordiais envolviam o projeto. A primeira era com relação à reformulação e modernização dos vários espaços e equipamentos do clube – incluindo o salão nobre –, que deveria manter o aspecto original do edifício, assim como suas características.

A outra situação relacionava-se com a necessidade de encontrar um material com propriedades acústicas elevadas para ser instalado na área delimitada pela pista de dança, permitindo assim apresentações musicais e demais eventos no salão com mais qualidade, e conforto acústico.

Ao mesmo tempo, o produto a ser especificado deveria contribuir para a estética do local, sem influenciar em situações como perda na amplitude de espaços e visibilidade.






Descrição do Produto
Sonex illtec proporcionam visual elegante com alto desempenho acústico. Podem ser instaladas em diferentes ambientes, como foyers, centros de convenções, hotéis, restaurantes, teatros, auditórios e escritórios panorâmicos. Disponíveis em diversas cores e formatos geométricos, permitem a instalação em composições variadas, proporcionando conforto acústico com criatividade e harmonia aos ambientes.
Descrição da Obra
Local: São Paulo (SP)
Data: Início: janeiro de 2015 / Término: abril de 2015
Contratante: Anhembi Tênis Clube
Proprietário: Anhembi Tênis Clube
Escritório de arquitetura: Nagle & Cecco Arquitetos
Fornecedor: OWA Sonex
Produto: Nuvens Sonex illtec

sábado, 12 de setembro de 2015

Justiça com as próprias mãos: inversão e risco.

Dias de fúria
Novo trabalho de José de Souza Martins revela que mais de 1 milhão de brasileiros já participou de um ato ou uma tentativa de linchamento












Era 2 de janeiro de 1998: um pedreiro de 58 anos teve os braços amarrados com arame farpado e foi linchado por uma multidão em Caboto, Região Metropolitana de Salvador, depois de discutir e ferir dois vizinhos a golpes de foice. Era 14 de fevereiro de 2008: um adolescente de 15 anos foi espancado por outros internos na Fundação Casa de Franco da Rocha, na Região Metropolitana de São Paulo, que pensavam que o garoto delatara outros infratores. Era 3 de maio de 2014: uma mãe de 33 anos foi brutalmente agredida na praia do Guarujá, litoral sul de São Paulo, confundida com uma suposta sequestradora de crianças que praticava “magia negra”. Nas páginas dos jornais, essas histórias viraram estatística.

Nos últimos 60 anos, mais de 1 milhão de brasileiros já participou de um ato ou uma tentativa de linchamento – um sintoma de uma enfermidade da sociedade brasileira. A análise é do sociólogo José de Souza Martins, que dedicou mais de três décadas ao estudo dos linchamentos no país. “A frequência dos linchamentos no Brasil pede que se conheça o fenômeno do justiçamento popular, que é endêmico entre nós”, diz o autor de Linchamentos: a justiça popular no Brasil (Contexto, 2015), pesquisa realizada com apoio da FAPESP e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), Martins iniciou suas investigações sobre os linchamentos na década de 1970, quando pesquisava os conflitos e as tensões nos movimentos sociais no interior do país, especialmente na fronteira amazônica, identificando surtos de saques e práticas de justiçamento popular. Incorporou ao estudo muitas outras ocorrências, minutadas inclusive no noticiário jornalístico, e três estudos de campo, realizados no interior de São Paulo, no oeste de Santa Catarina e no sertão da Bahia. Indexou, ao longo dos anos, 2.028 casos, concentrados especialmente entre 1945 e 1998: nesses, 2.579 indivíduos foram alcançados por tentativas e linchamentos consumados; apenas 1.150 (44,6%) foram salvos, em mais de 90% das oportunidades pela polícia. Outros 1.221 (47,3%) foram engolidos pela fúria popular, espancados, atacados a pauladas, pedradas, pontapés e socos, nessa ordem e nessa progressão, até casos extremos de extração dos olhos, extirpação das orelhas e castração. Entre eles, 782 (64%) foram mortos e 439 (36%) feridos, segundo revela o estudo pioneiro. Para Martins, os números indicam que o linchamento se tornou um componente da realidade social brasileira, perdendo gradativamente sua caracterização como um fato anômalo. Em outras palavras, um dia excepcional de fúria se transformou num ato cotidiano conjugado no plural: dias de fúria.
Paralelamente a esse corpus, o sociólogo acompanhou outros 2.505 episódios, que atualizam as informações até 2014, um procedimento experimental de monitoramento diário das ocorrências. Também enriqueceu o estudo a partir de pesquisas no exterior em diferentes momentos, especialmente em bibliotecas e arquivos na Inglaterra, Itália e França. Revisitou ainda a produção bibliográfica americana, o principal modelo teórico nessa área – as raízes do linchamento, afinal, remetem à Lei de Lynch, que originou a palavra “linchamento” no século XVIII que cá aportou no século XIX. “No Brasil, o primeiro linchamento registrado data de 1585. Na época não era designado como ‘linchamento’, mas indicava uma prática já presente em diversos países que levava a multidão, por variados motivos, a matar alguém”, afirma o pesquisador. “Os americanos reuniram o maior número de estudos, mas com campos limitados. Queriam saber essencialmente quem foi linchado, quem fez o linchamento e qual era a causa provável”, diz Martins, que ampliou a dimensão da análise com 189 campos para preencher com informações de modo a aprofundar o âmbito sociológico dos linchamentos.
Enquanto sociólogo, Martins lembra que é preciso entrar nessa arena não para julgar, mas para conferir se o linchamento é compreensível ou não, isto é, para compreender o ponto de vista dos participantes. “Linchamento é uma forma de justiçamento covarde. A vítima da vítima do linchamento já está morta ou violentada. Um grupo se reúne para fazer justiça em prol de uma vítima e reage a algo que, entre eles, se tornou moralmente insuportável”, explica. “Quem lincha intui que está cometendo um crime. Se o linchamento acontece durante o dia, o número de participantes é menor. À noite, porém, o número de linchadores quase dobra – e a crueldade aumenta –, pois há a expectativa de impunidade. É um envolvimento irracional, mas existe um fundo de consciência sobre o certo e o errado. As pessoas pensam que estão punindo alguém que, a partir de sua perspectiva, merece ser punido. Ao mesmo tempo, têm consciência de que não são elas que deveriam punir.”

No fio da navalha

Para Martins, os linchamentos expressam uma crise de desagregação social. “Os crimes que motivam os linchamentos são interpretados pelos linchadores como crimes contra a condição humana. Não são delitos banais, como roubar uma carteira”, diz. “Se alguém estupra uma criança, por exemplo, significa que as regras foram violadas e a polícia e a justiça falharam. A população se vê entre uma justiça cega e uma justiça cética. Uma justiça que a população não aceita mais e deslegitima a lei de enfrentamento ao crime. E leva às explosões de fúria popular.”
© MARIZA
Martins situa o linchamento na arena do comportamento coletivo e, ao mesmo tempo, no âmbito do crime comunitário, entre a multidão e a antimultidão. “Significa que, nessa sociedade, os indivíduos estão vivendo como marginais, no sentido do sociólogo Everett Stonequist. São pessoas vivendo no fio da navalha da transição social, numa sociedade baseada em relações societárias de natureza contratual que explode eventualmente com comportamentos de multidão, mas também estruturada num mundo comunitário e familístico”, diz ele. Segundo Martins, as metrópoles São Paulo, Rio e Salvador lideram os casos de linchamento. A informação é a mesma de levantamento realizado pelo Núcleo de Estudos da Violência da USP que, entre 1980 e 2006, contou 580 linchamentos no estado de São Paulo, 204 no Rio de Janeiro e 180 na Bahia. “É um fenômeno das grandes cidades, mas praticado em nome de valores da pequena comunidade”, pondera Martins.

No novo livro, o sociólogo traz considerações inéditas a partir do cruzamento dos 189 campos investigados. Identifica, por exemplo, a “durabilidade do ódio” – em 70% dos casos, dura aproximadamente 20 minutos; depois, pode se estender por 24 horas; noutros casos, é possível se prolongar por mais de um mês ou um ano, tal o impacto do crime primeiro, provocador. “Em geral, o linchamento não é um crime premeditado. É cometido ainda sob o estado de emoção provocado pelo crime originário”, diz. Além disso, o autor aponta um “índice de crueldade”, ilustrado, por exemplo, no contraste entre negros e brancos: “Se a motivação for a mesma, o autor, branco ou negro, é alvo de linchamento. Entretanto, se o linchado for negro, a crueldade é maior, incluindo ações como arrancar os olhos, as orelhas e o pênis do acusado”, afirma. Ao contrário do que se pode imaginar, porém, o fator econômico interfere pouco nesses casos: há ricos participando de linchamentos, assim como pobres; há ricos sendo linchados, assim como pobres.
Todos contra um

Há um imaginário imenso por trás dos linchamentos, agravado atualmente por ferramentas midiáticas. Tornou-se simbólico o caso de Fabiane Maria, linchada brutalmente no Guarujá, diante de câmeras de smartphones. Alastrou-se a “notícia” na internet de que uma loira sequestrava crianças para fazer feitiçaria – e Fabiane, morena, tingiu os cachos de vermelho num sábado de sol, passou na casa de uma amiga para buscar a Bíblia, passou na quitanda e, numa série de acasos, parou para consolar um menino chorando na rua, dando-lhe uma banana. Bastou para um morador a indicar como a “bruxa” do litoral e, em questão de minutos, milhares a cercaram alucinados e violentos. “As pessoas estão vivendo com mídias ultramodernas, mas num mundo inteiramente rústico. Acontece uma tentativa de linchamento por dia no Brasil. As normas estão ausentes. Assim, a população inventa normas ad hoc para fazer ‘justiça’ aqui e agora”, critica.

Aos 76 anos, José de Souza Martins publicou mais de 30 livros. Nos últimos tempos, também lançou Diário de uma terra lontana (Fundação Pró-Memória, 2015) eDesavessos: crônicas de curtas palavras (Com-Arte Editora Laboratório, 2014). O autor agora se dedica à elaboração de outro livro, a respeito da dimensão ritual dos linchamentos, como rito de sacrifício e de sangue. Sociólogo com sensibilidade antropológica, Martins pretende destrinchar o “protocolo” implícito dos linchamentos: “Há uma ordem. Primeiro, perseguir. De repente, 2, 3, 4 se transformam em 8, 9, 10, 100. Todos contra um. Se o acusado estiver longe, atiram pedras. Mais perto, partem para pauladas – uma bengala ou uma vassoura, o que estiver à mão. Depois, para o espancamento, com pontapés e socos. Não há ‘render-se’ na lógica do linchamento. Os linchadores atacam, mas param e esperam o sujeito ficar amolecido. Se o linchado despertar por um minuto, voltam a atacar”.

Até agora, Martins encontrou 7,8% dos casos como linchamentos de um inocente – um índice alto, na sua interpretação. Diante de uma sociedade fraturada, a impressão final é que qualquer um estaria sujeito aos impulsos violentos da multidão. “Em Santa Catarina houve tentativa de linchamento de um juiz do Superior Tribunal de Justiça, que lá estava em férias, com a família, usando carro oficial. Um padre no Ipiranga, em São Paulo, foi cercado por pais furiosos, pois não queria que as crianças brincassem no pátio da igreja. No fim, ninguém está imune a um linchamento”, arremata.
Projetos
1. As condições do estudo sociológico dos linchamentos no Brasil (
96/09765-2);Modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular; Pesquisador responsável José de Souza Martins (FFLCH-USP); Investimento R$ 11.725,73 (FAPESP).
2. Linchamentos no Brasil (
94/03202-0); Modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular;Pesquisador responsável José de Souza Martins (FFLCH-USP); InvestimentoR$ 4.311,02 (FAPESP).


segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Novamente comida estragada a venda. Parauapebas em crise.

COMIDA ESTRAGADA
E ainda pior, falsificada. Supermercado Baratão, Supermercado Farturão.
Pior ainda é termos denunciado aqui e nada aconteceu.









SUPERMERCADO BARATÃO, recorrente em venda de comida estragada ou  fora do prazo de validade.





Mandamos comprar linguiça toscana. Olha o que veio. Uma linguiça rosada, com corante artificial, nojenta e fedida. Sem prazo de validade, sem nome e excessivamente rosada, demonstrando descaradamente tratar-se de produto adulterado. Podre. Neste supermercado é recorrente a exposição e venda de produtos estragados. Já devolvemos chocolate, coco, linguiça, carne, ovos, sardinha e até  maionese.


Com a prefeitura totalmente destruída por Valmir da Integral, a Vigilância Sanitária deixou de existir, passaram a cobrar propinas para emitir laudos e agora desapareceu de vez, deixando a população entregue a sanha irresponsável desses empresários covardes. Mais problema para a saúde publica, uma vergonha. ao ser lavada saiu uma água fétida e rosada, claramente nao natural e resultando de algo acrescido na fabricação seguramente caseira. Providencias já!

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Geradores, uma solução intermediária para o preço salgado da energia elétrica.

Aumento nas tarifas de luz estimula procura por geradores
Sotreq prevê crescimento em relação a 2014 e JCB inicia vendas de grupo gerador no Brasil

Redação PE


A retração da atividade industrial e a alta nas tarifas de energia tornam díspares os negócios no setor de grupos geradores. De um lado, o parque de máquinas ocioso freou as aquisições desses equipamentos por locadoras, concessionárias e prestadoras de serviço. Por outro, a crise hídrica brasileira às vésperas de impactar o desempenho das hidrelétricas que respondem por nada menos que 70% da matriz energética, tornam iminente a necessidade das plantas de geração ou cogeração de energia.

Geralmente as construtoras optam por utilizar um grupo gerador, com intuito de obterem energia imediata e não se tornarem reféns dos impasses burocráticos necessários para o fornecimento de elevada demanda de energia em uma obra. Alguns consumidores finais também precisam manter um back-up de energia alternativa, para não dependerem totalmente da concessionária, como hospitais, estabelecimentos comerciais, hotéis, centros de convenções, indústria e o varejo no geral.

É prudente destacar que, mesmo com aumento em cerca de 50% nas contas de luz em algumas regiões, a energia fornecida pela concessionária é mais barata em relação à geração ou cogeração. Mas num projeto onde a máquina monitora a rede elétrica e detecta uma interrupção abrupta no fornecimento, acionando o grupo gerador e assumindo a carga total ou parcial do local, a segurança não tem preço.


CRESCIMENTO MODESTO EM RELAÇÃO A 2014

No geral, espera-se um baixo crescimento nas vendas de grupos geradores. A dificuldade no financiamento e as taxas de juros mais altas tiveram impacto nas vendas. A Sotreq teve um aumento no número de consultas no primeiro trimestre de 2015, seja para aplicações em emergência ou para estudos de utilização de geradores em horário de ponta, no qual o uso dos equipamentos pode ser vantajoso em relação à tarifa cobrada neste período do dia (três horas por dia, com horário variando conforme a localidade).

De acordo com Sergio Padovan, gerente de vendas de Energia da Sotreq, a maior utilização de geradores é para emergência (ou stand by), onde suprem eventuais problemas no fornecimento de energia elétrica por parte das concessionárias, como interrupções inesperadas.

“Podemos afirmar que todos os segmentos da economia têm se preocupado e instalado geradores como forma de aumentar a confiabilidade de geração de energia em suas atividades, como aeroportos, hospitais, condomínios residenciais e comerciais, supermercados, shoppings centers, hotéis e indústrias dos mais variados setores”, informa Sergio Padovan.

“Ainda estamos analisando o comportamento do mercado em função das atuais circunstâncias da economia, mas o início do ano se comportou fortemente aquecido em função da preocupação com o nível dos reservatórios das usinas hidroelétricas e possibilidade de racionamento de energia”, explica Padovan.

Para 2015, a Sotreq prevê um crescimento em relação ao ano anterior, mesmo tendo conhecimento do momento econômico do país e suas dificuldades. “Energia confiável é vital para todos os segmentos e, com a retomada do crescimento econômico, acreditamos que os clientes retomarão os investimentos em grupos geradores para suas atividades. Além disso, os recentes aumentos nas tarifas de energia propiciam como alternativa a aquisição de grupos geradores também para aplicações em horário de ponta, com o retorno sobre o investimento podendo ser bastante atrativo, dependendo da avaliação caso a caso”, observa Padovan.

O diretor comercial da JCB do Brasil, Nei Hamilton, acrescenta que diante do cenário atual, com possíveis dificuldades de geração pelas usinas hidrelétricas e alto custo de energia das termoelétricas, o Ministério de Minas e Energia incentiva o uso de geradores. “A tendência é que os empresários busquem cada vez mais segurança no abastecimento de energia por meio do aluguel ou compra de fontes auxiliares”, avalia.

APOSTA NA VENDA DE GERADORES, ALÉM DA LINHA AMARELA

A JCB do Brasil recentemente passou a oferecer ao mercado uma opção de geradores. De acordo com Nei Hamilton, a intenção inicialmente é conhecer um pouco mais desse mercado sem gerar expectativas de atingir expressivos percentuais de participação. “Neste momento, estamos focados em introduzir os produtos. Temos a possibilidade de fabricá-los no Brasil, mas este não é o momento, tampouco nossa atual missão. Os geradores são importados das fábricas da Inglaterra ou da Índia”, enfatiza Hamilton.
De qualquer forma, a JCB investiu na preparação de equipe técnica e estoque de peças para garantia de serviço pós-venda. A primeira distribuidora dos geradores da marca no Brasil é a Entec, empresa localizada em Manaus (AM). Além de atender a todo o estado do Amazonas e Roraima, a Entec busca especificamente o pólo industrial da Zona Franca de Manaus, com pretensão de atingir 15% do mercado da região nos próximos três anos. “Porém os demais distribuidores também podem comercializar os geradores”, informa Hamilton.

A Sotreq fez há pouco tempo a entrega e a instalação eletromecânica de grupo gerador Caterpillar para atender às demandas de emergência no RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim. O grupo gerador utilizado é o modelo C175-20 com potência de 5.000 kVA, em um projeto que ainda prevê ampliação, acompanhando as melhorias do próprio aeroporto.

A Cummins produz grupos geradores de 15 a 3.125 kVA, disponíveis para todos os tipos de aplicações. Com sistemas integrados, de acordo com a empresa, os geradores incluem chaves de transferência, equipamentos de paralelismo e controles digitais, em modelos movidos a diesel e a gás, abertos ou carenados, sistemas de controle e transferência e controles digitais PowerCommand.
COLABORARAM PARA ESTA MATÉRIA


Sergio Padovan – Gerente de vendas de Energia da Sotreq

Nei Hamilton – Diretor comercial da JCB do Brasil

Cummins Power Generation

terça-feira, 21 de julho de 2015

Novos produtos e possibilidades.

Tintas Elit permitem pintura de alto rendimento e sem cheiro
Linha do Grupo Argalit garante excelente custo x benefício na pintura de fachadas, pisos, paredes e superfícies de metais e madeira

Redação AECweb / e-Construmarket


A linha Elit faz parte de mais uma inovação da Argalit. Ela é composta por tintas de alto rendimento e de excelente custo x benefício para a pintura de fachadas, pisos, paredes e superfícies de metais e madeira. Com cores fortes e vibrantes, valorizam qualquer construção.
As tintas superam as normas da ABNT; sua fabricação atende a processos controlados e segue padrões da ISO 9001 e ISO 14001. Isso significa mais resistência, melhor cobertura à umidade e melhor cobertura a seco, além de buscar pelo atendimento das necessidades dos clientes e da redução do impacto ambiental. Qualidade comprovada e testada por pintores e especialistas.
PRODUTOS
Elit Super Rendimento Standard

Possui altíssima concentração e favorece o maior rendimento da tinta, superior ao das tintas tradicionais fornecidas pelo mercado. Uma lata de 18 litros pode pintar até 500 m². Além disso, sua formulação protege a parede contra umidade, mofo, manchas e outros micro-organismos que podem causar alergia e comprometer a qualidade do ar. Ideal para aplicação em áreas internas e externas.

Elit Super Premium

Permite que o ambiente fique isento de cheiro em até três horas após sua aplicação. Por isso, torna-se ideal para ambientes residenciais, comerciais e industriais. Possui uma gama de cores lavável e que não desbota. Com esta tinta é possível pintar até 380 m² em espaços internos e externos (com lata de 18 litros).

Elit Pisos e Fachadas

Destaca-se por ser resistente ao tráfego intenso e oferecer excelente aderência. Altamente durável, possibilita pinturas de até 300 m² com 18 litros.

Elit Esmalte Sintético

Ideal para aplicação em metais e madeiras, o produto embeleza e protege as superfícies. Altamente resistente a ações de intempéries, tem fácil aplicação para pinturas de até 60 m² (com lata de 3,6 litros).
QUALIDADE
LINHA ECONÔMICA
Poder de cobertura à úmido
ABNT: 55%
Argalit Econômica: 66,88%
Poder de cobertura à seco
ABNT: 4,0 m²/l
Argalit Econômica: 4,5 m²/l
Resistência a Lavabilidade (sem pasta abrasiva)
ABNT: >100 ciclos
Argalit Econômica: 166 ciclos
STANDARD
Poder de cobertura à úmido
ABNT: 85%
Elit Super Rendimento: 90,65%
Poder de cobertura à seco
ABNT: 5 m²/l
Argalit Econômica: 6,69 m²/l
Resistência à lavabilidade (com pasta abrasiva)
ABNT: >40 ciclos
Argalit Econômica: 74 ciclos
LINHA PREMIUM
Poder de cobertura à úmido
ABNT: 90%
Elit Super Rendimento: 93,52%
Poder de cobertura à seco
ABNT: 6 m²/l
Argalit Econômica: 6,85 m²/l

Resistência à lavabilidade (com pasta abrasiva)
ABNT: >100 ciclos
Argalit Econômica: 106 ciclos

quarta-feira, 13 de maio de 2015

o caos da gestao politica de Parauapebas chega à população com o descontrole de preços, produtos e serviços.

COMIDA ESTRAGADA A VENDA


Cuidado ao comprar alimentos em Parauapebas. Com a desorganização executiva da cidade, a prefeitura e a câmara dos vereadores em guerra aberta, ficamos expostos aos espertalhões e  é crescente os casos de venda de alimentos sem controle. Em 2014 no mundo todo morreram 500 mil pessoas por comerem comida estragada comprada.








É grave. Já compramos varias vezes neste supermercado. Mas das outras vezes resolvi ignorar. chegamos no limite. Agora além de não ser calabresa, a linguiça esta podre. Derretendo por dentro, um nojo. E com pedaços de outros elementos, tipo osso, cartilagem, pele. Nojento e impensável para uma rede local e com apresentação respeitável. Mas estamos vendo que a crise local esta expondo seu sofrimento em se manter competitiva.

Todas as vezes que mandamos comprar linguiça toscana eles mandam linguiça de frango, em reiteradas vezes estragada. Supermercado  Farturão.  

No supermercado Baratão, da Rua Quatro, esquina com Rua A, já enviaram coco estragado, até chocolate Nestle mofado. E todas as vezes vem carne ou linguiça, quando não falsificada, estragada. Ontem mesmo uma caixa de maionese veio suja, estufada e no limite da validade. Terrível.

Não sei se Parauapebas, na bagunça que esta a prefeitura, tenha Vigilância Sanitária. E tem, não esta funcionando mais.

Alimentos com prazo de validade estourado, caixas estufadas, embalagens sujas, garrafões de água com bolhas dentro, insetos... tudo que não pode acontecer com a comida esta sendo entregue. Até o Restaurante Mineiro, na Cidade Nova serve o marmitex roubando do cliente. Passam rotineiramente o vasilhame de R$15,00  pelo vasilhame de R$17,00, vendendo assim menos comida pelo preço maior. Não tem um padrão a quantidade embalada, é servido de acordo com a cara do cliente. Os conhecidos e desconhecidos. Não tem padrão e vendem num marmitex de isopor, não biodegradável nem reaproveitável como o papel alumínio.

O lamentável é que sem fiscalização não tem jeito. Este pessoal do comercio de Parauapebas esta acostumado a levar vantagem em tudo.
O alerta esta dado. Mas seguramente as providencias serão chamadas apenas quando morrer alguém, mesmo assim se este alguém for rico e branco. Lamentável.

Na área de serviços temos um cartório que além de ser autoritário decidiu lucrar de qualquer forma na prestação de seus  serviços. Cartório do 1º Oficio Emílio Galo. Recentemente ao registrar uma associação de moradores, tivemos que ir e voltar umas oito vezes, suportando o mal humor e atendimento do pessoal. O primeiro preço  cobrado foram R$450,00 inclusive com anotação da atendente. Quando mandamos a documentação exigida, o preço subiu para R$880,00 reais, o dobro. Havia algo errado e o cartório não cedeu, tentou justificar. Ocorre que havíamos registrado duas entidades em recente, elo primeiro preço. Nas idas e vindas, acabamos por registrar no valor de R$586,00. Já fizemos ocorrência ao CNJ sobre a tentativa normalizadora desse cartório. Tentam interpretar ações e documentos, quando sua função social não é esta, apenas aplicar a lei ou a norma preexistente, não criar as suas. As variações de preço decorrem de quem mandamos fazer o serviço. Temos diversos auxiliares, se são  brancos ou locais, é um preço, se não, é um preço maior. Estamos assistindo mais esta tragédia em Parauapebas.


Assim são com os bancos, com os vendedores ambulantes, com os vendedores de serviços, os atendentes e o pior de tudo – apesar da crise e da falta de perspectivas – os preços estão subindo.

sábado, 2 de maio de 2015

Reação minima de preços anima mercado

REAÇÃO NO MERCADO DO MINÉRIO DE FERRO
Este movimento altista aconteceu dia 24/4. Foi um reflexo do movimento da BHP Billiton,  desistindo de importantes projetos de produção de ferro. Ela e a VALE iniciaram esta disputa que jogou os preços para baixo, sem horizontes de retomada. Não se pensou nas consequências para Parauapebas, enfrentando seu pior momento: gestão incompetente e quebra de caixa da VALE.


O minério de ferro no mercado à vista da China deu um salto nesta sexta-feira, com os contratos futuros do produto no país atingindo o limite diário de alta e registrando um segundo ganho semanal, com compradores no principal consumidor global retomando compras após mínimas históricas da cotação.
O indicador do preço do minério para entrega imediata no porto de Tianjin subiu 5,9 por cento, para 57 dólares, nesta sexta-feira, o maior nível desde os 57,60 dólares registrados em 17 de março, segundo o The Steel Index.
Foi o maior ganho percentual diário para o minério de ferro no mercado à vista desde outubro de 2012.
O preço do minério de ferro, com 62 por cento de ferro, atingiu mínima histórica do indicador de 46,70 dólares no início do mês.
Já o contrato referencial do mercado futuro da bolsa de Dalian fechou em alta de 4 por cento nesta sexta-feira, a 417,5 iuanes (67 dólares). Na semana, o preço subiu 4,4 por cento.
"Eu acho que o mercado estava muito baixista anteriormente. Algumas siderúrgicas chinesas precisam retomar as compras de matérias-primas, com seus estoques bastante baixos", disse Xia Junyan, analisa da Everbright Futures, em Xangai.

Os estoques de minério de ferro nos principais portos chineses recuaram 600 mil toneladas na semana, para 93,61 milhões de toneladas, segundo dados da consultoria do setor Umetal.com.